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Anel viário está em obras há mais de quatro anos

CGU investiga se governo pagou por anel viário não construído

Havia recurso para bancar a obra; hoje, lugar do contorno é ocupado por animais

 

CELSO BEJARANO, DA REDAÇÃO11 de Outubro de 2015 | 19h12
Anel viário está em obras há mais de quatro anos 
(Foto: Bruno Henrique / Correio do Estado)

A Controladoria-Geral da União (CGU) investiga sob que circunstância a obra da MS-040, rodovia de 209 quilômetros, que liga Campo Grande a Santa Rita do Pardo, foi concluída sem a construção de um anel viário, orçado em cerca de R$ 5 milhões.

Pelo projeto original, o também chamado rodoanel, meio de desafogar o trânsito nas cidades, era parte da pavimentação e havia dinheiro em caixa para pagá-lo. Sem o contorno, todo o volume de veículos que entra em Santa Rita, pela 040, obrigatoriamente, precisa atravessar pela principal rua da cidade, justo a via comercial, que virou pó. 

O comando da CGU informou que o caso é investigado, mas nada detalhou sobre a questão. Por enquanto, a apuração segue em sigilo. 

Suspeitas recaíram sobre a MS-040, que custou R$ 306,4 milhões, a partir da Lama Asfáltica, operação da Polícia Federal deflagrada em julho passado, que revelou um esquema de superfaturamento de obras e fraudes em licitações públicas.

RODOANEL

A Agência Estadual de Gestão de Empreendimentos (Agesul), setor do governo que cuida das obras, garante não ter pago nada pelo anel viário, embora admita que o projeto original incluía o anel viário na obra. O dinheiro que patrocinou a pavimentação foi  emprestado do Banco Nacional de Desenvolvimento Social, o BNDES.

“O projeto inicial previa o acesso da rodovia MS-040 à rodovia MS-338 passando por fora da cidade, no entanto, durante a execução, a prefeitura [de Santa Rita] nos procurou e solicitou alteração deste projeto, pois economicamente para a cidade seria muito ruim. Na tentativa de atender à solicitação, foram feitos diversos estudos para viabilizar e com o prazo de execução praticamente esgotado e o custo de alteração de traçado desta obra muito elevado, foi inviabilizado [o anel viário]”, informou a Agesul, por meio da assessoria de imprensa.

A ideia era pavimentar o anel a uma distância de 1,8 quilômetro da cidade, segundo a prefeitura local. “Para que atendesse parcialmente à solicitação efetuada pelo Executivo daquela localidade, a solução foi fazer o acesso por dentro da cidade, assim, o tráfego passaria ali e atenderia à demanda”, completa o comunicado da Agesul.

RECOMPENSA

Agora, a Agesul anunciou uma espécie de compensação aos moradores da cidade. Dia 15, semana que vem, a agência vai “licitar obras de intervenção urbana que trará qualidade de pavimento e sinalização adequada para o tráfego previsto”. Isto é, ao menos por enquanto, a construção do questionado rodoanel será esquecido. 
E o tráfego pesado mantém como rota a principal rua comercial de Santa Rita do Pardo, município com cerca de 8 mil habitantes.

CONTRÁRIOS

Comerciantes da Rua Deputado Júlio Cesar Paulo Maia, uma das principais de Santa Rita, disseram que a poeira ou ou barro exigem que eles mantenham seus comércios de portas fechadas o tempo tempo.

Sandra Luiza de Oliveira Veiga e Mariana Moreira, que trabalham em loja de roupas, acabam cumprindo tarefas extras diariamente. 

As duas, além de preocuparem-se em atender os clientes, se revezam na limpeza de balcões e se apressam para proteger as roupas das poeiras. “O trabalho fica bem mais complicado”, disse Sandra. Duas vezes pela manhã e duas à tarde um trator da prefeitura passa pelo local para jogar água, meio de amenizar o poeirão. “Ou é a poeira ou é o barro que nos atrapalha”.

Outro comerciante que preferiu não ser identificado na reportagem para não criar “problemas” com a administração municipal disse que está pensando em deixar a cidade. “Não aguentamos mais isso aqui (barro e poeira)”.


 

Fonte: (Correio do Estado)

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